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subindo-a-montanha

Um rico e bem sucedido construtor disse ao mestre de obras, que trabalhava com ele há anos e que estava próximo de se aposentar, o seguinte:

– Vou viajar por um ano. Quero que você construa naquele belo terreno, uma grande casa! Quando eu voltar vou morar nela. Tudo o que você precisar de verba, é só pedir para o departamento financeiro da empresa que eles providenciarão.

Então o mestre de obras que estava há apenas alguns dias de sua aposentadoria se viu numa enrascada: Teria que trabalhar por mais um ano inteiro.

No entanto, na hora de escolher o cimento, a areia, as pedras, escolheu material de segunda linha, pois além de bravo, queria terminar logo.

Começou a obra e sempre que podia, escolhia material que facilitasse a montagem. Não estava preocupado com a qualidade e sim com a velocidade para terminar. O telhado da casa foi o mais fácil de fazer, mesmo não sendo o mais resistente. E estava longe de ser o melhor.

Apesar de ter o dinheiro liberado pelo seu patrão, na hora do acabamento comprou material que não fosse difícil de colocar.

Poderia ter colocado piso de granito ou mármore, mas preferiu fazer o chão com material de qualidade inferior, pois seria mais rápido.

Ele tinha achado um desaforo ter sido solicitado para trabalhar próximo da sua aposentadoria.

Bem, resultado:
Terminou 3 meses antes do previsto e foi para sua humilde casa descansar.

Completado um ano do início da obra, seu chefe voltou, mandou chamá-lo e perguntou:
– A casa ficou pronta?
– Sim senhor, aqui estão as chaves.
– Pois bem, meu velho amigo. Após tantos anos trabalhando para mim, não sei como agradecê-lo a não ser dando-lhe de presente esta casa !

Ele devolveu a chave para o operário que estava extremamente arrependido por não ter dado o melhor de si.
Meu amigo, minha amiga ouvinte. Espero que esta parábola faça você perceber que não vale à pena aceitar aquilo que não seja o seu melhor. Pode apostar, os resultados falarão por si só!

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